Oblivion
2014en

Oblivion

Bastille
Visualizações50.8K
Data5 setembro 2014
ÁlbumThe Singles Club
GravaçãoUnit 24 & Abbey Road Studios
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Autores e produtores

Letra e tradução

[Verse 1]

[Estrofe 1]

When you fall asleep with your head upon my shoulder

Quando adormeces com a cabeça no meu ombro

When you're in my arms but you've gone somewhere deeper

Quando estás nos meus braços mas foste para algum lugar mais profundo

[Pre-Chorus]

[Pré-Refrão]

Are you going to age with grace?

Vais envelhecer com graça?

Are you going to age without mistakes?

Vais envelhecer sem erros?

Are you going to age with grace?

Vais envelhecer com graça?

Or only to wake and hide your face?

Ou só vais acordar e esconder o rosto?

[Chorus]

[Refrão]

When oblivion is calling out your name

Quando o esquecimento está a chamar o teu nome

You always take it further than I ever can

Tu sempre o levas mais longe do que eu jamais poderia

[Verse 2]

[Estrofe 2]

When you play it hard and I try to follow you there

Quando levas isso ao extremo e eu tento seguir-te até lá

It's not about control, but I turn back when I see where you go

Não é sobre controlo, mas eu volto atrás quando vejo para onde vais

[Pre-Chorus]

[Pré-Refrão]

Are you going to age with grace?

Vais envelhecer com graça?

Are you going to leave a path to trace?

Vais deixar um caminho para seguir?

[Chorus]

[Refrão]

When oblivion is calling out your name

Quando o esquecimento está a chamar o teu nome

You always take it further than I ever can

Tu sempre o levas mais longe do que eu jamais poderia

When oblivion is calling out your name

Quando o esquecimento está a chamar o teu nome

You always take it further than I ever can

Tu sempre o levas mais longe do que eu jamais poderia

Perguntas frequentes

Sobre o que é "Oblivion"?

«Oblivion» abre o álbum de estreia dos Bastille, Bad Blood (2013), escrito pelo vocalista Dan Smith. Musicalmente assenta numa figura simples de piano e nas vozes sobrepostas e quase corais de Smith, dando-lhe um tom contido e quase devocional face aos singles mais hínicos da banda. A letra debate-se com a ansiedade sobre envelhecer, a memória e o medo de ver alguém querido a escorregar para o esquecimento: a pergunta repetida «vais envelhecer com graça?» soa ao mesmo tempo terna e assustadora, dirigida a alguém que se observa a mudar. O «esquecimento» a chamar por um nome sugere demência ou simplesmente a erosão do eu que o tempo traz, com o narrador a assistir impotente enquanto a outra pessoa avança «mais longe» do que ele consegue acompanhar. Apesar de nunca ter sido um grande single, tornou-se favorita dos fãs e abertura habitual dos concertos dos Bastille, valorizada pela atmosfera e peso emocional mais do que pelo sucesso comercial.

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