Solitude
Billie HolidayLetra e tradução
[Verse 1]
[Estrofe 1]
In my solitude
Na minha solidão
You haunt me
Você me assombra
With reveries
Com devaneios
Of days gone by
De dias passados
In my solitude
Na minha solidão
You taunt me
Você me atormenta
With memories
Com memórias
That never die
Que nunca morrem
[Bridge]
[Ponte]
I sit in my chair
Eu me sento na minha cadeira
I'm filled with despair
Estou tomado pelo desespero
There's no one could be so sad
Ninguém poderia estar tão triste
With gloom everywhere
Com tristeza por toda parte
I sit and I stare
Eu me sento e fico olhando
I know that I'll soon go mad
Sei que logo vou enlouquecer
[Verse 2]
[Estrofe 2]
In my solitude
Na minha solidão
I'm prayin'
Estou rezando
Dear Lord above
Querido Senhor lá em cima
Send back my love
Traga de volta meu amor
[Bridge]
[Ponte]
I sit in my chair
Eu me sento na minha cadeira
Filled with despair
Tomado pelo desespero
There's no one could be so sad
Ninguém poderia estar tão triste
With gloom everywhere
Com tristeza por toda parte
I sit and I stare
Eu me sento e fico olhando
I know that I'll soon go mad
Sei que logo vou enlouquecer
[Verse 2]
[Estrofe 2]
In my solitude
Na minha solidão
I'm prayin'
Estou rezando
Dear Lord above
Querido Senhor lá em cima
Send me back my love
Traga-me de volta meu amor
Perguntas frequentes
Sobre o que é "Solitude"?
"Solitude" é um clássico do jazz de 1934 composto por Duke Ellington, com letra de Eddie DeLange e Irving Mills. Consta que Ellington escreveu a melodia rapidamente durante uma sessão de gravação noturna, quando havia ficado sem material, capturando um clima de solidão silenciosa em vez de contar uma história linear. A letra mostra um narrador sentado sozinho numa cadeira, atormentado por lembranças e devaneios de um amor perdido, mergulhando no desespero a ponto de temer enlouquecer. Billie Holiday gravou sua aclamada versão em 1941, trazendo seu fraseado íntimo e característico, ligeiramente atrasado em relação ao ritmo, além de contenção emocional que combinava perfeitamente com seu talento para transmitir dor sem melodrama. A canção se tornou uma das composições mais duradouras de Ellington e desde então foi regravada por inúmeros cantores de jazz e pop, consolidando-se como uma meditação clássica sobre isolamento e amor não correspondido.