All of Me
1941en

All of Me

Billie Holiday
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Data1 janeiro 1941
ÁlbumThe Centennial Collection
Gravação799 Seventh Avenue, New York (March 21st, 1941)

Letra e tradução

[Verse 1]

[Estrofe 1]

All of me, why not take all of me?

Tudo de mim, por que não levas tudo de mim?

Can't you see I'm no good without you?

Não vês que não presto para nada sem ti?

Take my lips, I want to lose them

Leva meus lábios, quero perdê-los

Take my arms, I'll never use them

Leva meus braços, nunca os usarei

Your goodbye left me with eyes that cry

Teu adeus me deixou com olhos que choram

How can I go on, dear, without you?

Como posso seguir, querido, sem ti?

You took the part that once was my heart

Levaste a parte que um dia foi meu coração

So why not take all of me?

Então por que não levas tudo de mim?

[Verse 2]

[Estrofe 2]

All of me, why not take all of me?

Tudo de mim, por que não levas tudo de mim?

Can't you see I'm no good without you?

Não vês que não presto para nada sem ti?

Take my lips, I want to lose them

Leva meus lábios, quero perdê-los

Take my arms, I'll never use them

Leva meus braços, nunca os usarei

Your goodbye left me with eyes that cry

Teu adeus me deixou com olhos que choram

How can I go on, dear, without you?

Como posso seguir, querido, sem ti?

You took the best so why not take the rest?

Levaste o melhor, então por que não levas o resto?

Baby, take all of me

Baby, leva tudo de mim

Perguntas frequentes

Sobre o que é "All of Me"?

«All of Me» é um clássico da música popular escrito em 1931 por Seymour Simons e Gerald Marks, muito antes de Billie Holiday gravar sua versão. A letra é o apelo de uma narradora de coração partido, pedindo ao amante que parte que leve tudo — os lábios, os braços, até o coração já tomado — pois ficar apenas meio amada dói mais do que ficar sem nada. O fraseado de Holiday, com seu característico atraso rítmico e contenção dolorida, transformou a entrega simples e quase masoquista da letra numa aula magistral de interpretação vocal de jazz. Quando ela a gravou, a canção já era um clássico do jazz, regravada por dezenas de cantores e instrumentistas, mas sua versão é apreciada pela intimidade e vulnerabilidade, não pelo virtuosismo vocal. Ela capta a devastação silenciosa de um amor não correspondido ou que se apaga, tema central em boa parte do repertório de Holiday.

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