Nutshell
1994en

Nutshell

Alice in Chains
Visualizações276.5K
Data25 janeiro 1994
ÁlbumGrind [Single]
GravaçãoLondon Bridge Studio (Seattle, WA)
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Autores e produtores

Letra e tradução

[Instrumental Intro]

[Introdução instrumental]

[Verse 1]

[Estrofe 1]

We chase misprinted lies

Perseguimos mentiras mal impressas

We face the path of time

Encaramos o caminho do tempo

And yet I fight, and yet I fight

E ainda assim eu luto, e ainda assim eu luto

This battle all alone

Esta batalha completamente sozinho

No one to cry to, no place to call home

Sem ninguém para chorar, sem lugar para chamar de lar

[Refrain]

[Refrão]

Ooh-ooh, ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh-ooh

[Verse 2]

[Estrofe 2]

My gift of self is raped

Meu dom de ser eu mesmo foi violado

My privacy is raked

Minha privacidade foi vasculhada

And yet I find, and yet I find

E ainda assim eu descubro, e ainda assim eu descubro

Repeating in my head

Repetindo na minha cabeça

If I can't be my own, I'd feel better dead

Se eu não puder ser meu, me sentiria melhor morto

[Refrain]

[Refrão]

Ooh-ooh, ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh-ooh

Ooh-ooh, ooh-ooh-ooh

[Guitar Solo]

[Solo de guitarra]

Perguntas frequentes

Sobre o que é "Nutshell"?

«Nutshell» apareceu no EP Jar of Flies do Alice in Chains, de 1994, o primeiro EP da história a estrear em primeiro lugar na Billboard 200. Escrita pelo guitarrista Jerry Cantrell (música) e pelo vocalista Layne Staley (letra), é considerada uma das canções mais emocionalmente cruas da banda, tratando de isolamento, invasão de privacidade e desespero, sem um tema externo específico. Versos como «ninguém para chorar, nenhum lugar para chamar de lar» e «me sentiria melhor morto» costumam ser lidos, em retrospectiva, como um reflexo do agravamento do vício de Staley em heroína, que acabaria levando à sua morte em 2002. O arranjo lento e fúnebre, somado à guitarra melancólica de Cantrell, reforça o clima sombrio da música. Sua execução acústica no MTV Unplugged em 1996, uma das últimas grandes aparições públicas de Staley, é lembrada especialmente pela intensidade crua da performance.

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