Letra e tradução
[Verse 1]
[Verso 1]
Mary is the girl that I wanna kiss
Mary é a garota que eu quero beijar
She's got big red eyes and big red lips
Ela tem olhos vermelhos grandes e lábios vermelhos grandes
She's got big sharp teeth and big fat hips
Ela tem dentes grandes e afiados e quadris grandes e largos
[Verse 2]
[Verso 2]
Mary is the girl that I wanna fuck
Mary é a garota que eu quero comer
She's got leather heart and leather gloves
Ela tem coração de couro e luvas de couro
She's the only girl that I wanna love
Ela é a única garota que eu quero amar
[Bridge 1]
[Ponte 1]
Listen to me, baby, I don't mind
Escuta, baby, eu não me importo
I wanna be with you and waste my time
Quero ficar contigo e perder meu tempo
[Bridge 2]
[Ponte 2]
Give it to me, baby, I feel good
Me dá, baby, eu me sinto bem
I wanna feel whatever you think I should
Quero sentir o que você acha que eu devo sentir
[Bridge 3]
[Ponte 3]
Sing it for me, baby, play my song
Canta pra mim, baby, toca minha música
I wanna hear your daddy sing along
Quero ouvir seu pai cantar junto
[Verse 3]
[Verso 3]
Mary is the girl that leaves you to rot
Mary é a garota que te deixa apodrecer
She says, "I am real and you are not"
Ela diz: "Eu sou real e você não é"
She says, "I am real and you are not"
Ela diz: "Eu sou real e você não é"
Perguntas frequentes
Sobre o que é "Mary"?
"Mary" é uma música do artista indie americano Alex G (Alex Giannascoli), conhecido por seu som lo-fi e gravações caseiras que misturam gêneros. A faixa é construída sobre declarações diretas e repetitivas sobre uma garota chamada Mary, contrastando um desejo físico cru com um subtexto mais frio, quase predatório, nas pontes e no verso final, onde Mary acaba descartando o narrador como algo que não é "real". Essa tensão entre paixão e crueldade, ternura e crueza, é típica do trabalho inicial de Alex G, que costuma usar repetições simples, quase infantis, para mascarar um conteúdo emocional mais sombrio. Como em boa parte de seu catálogo, a música privilegia a franqueza lírica sem filtros em vez de convenções polidas de composição, dando a ela uma intimidade diarística e perturbadora característica de sua estética DIY.