I (Who Have Nothing)
1963en

I (Who Have Nothing)

Ben E. King
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Data1 junho 1963
ÁlbumYoung Boy Blues

Letra e tradução

I, I who have nothing

Eu, eu que não tenho nada

I, I who have no one

Eu, eu que não tenho ninguém

Adore you and want you so

Te adoro e te quero tanto

I'm just a no one

Não sou mais que um joão-ninguém

With nothing to give you but, oh

Sem nada pra te dar, exceto, oh

I love you

Eu te amo

He, he buys you diamonds

Ele, ele te compra diamantes

Bright, sparkling diamonds

Diamantes brilhantes, reluzentes

But, believe me, hear what I say

Mas, acredite, ouça o que eu digo

That he can give you the world

Que ele pode te dar o mundo

But he'll never love you the way

Mas ele nunca vai te amar como

I love you

Eu te amo

He can take you any place he wants

Ele pode te levar a qualquer lugar que quiser

To fancy clubs and restaurants

A clubes chiques e restaurantes

But I can only watch you with

Mas eu só posso te observar com

My nose pressed up against the window pane

Meu nariz pressionado contra a vidraça

I, I who have nothing

Eu, eu que não tenho nada

I, I who have no one

Eu, eu que não tenho ninguém

Must watch you go dancing by

Tenho que te ver passar dançando

Wrapped in the arms of somebody else

Envolta nos braços de outra pessoa

When darling, it's I

Quando, querida, sou eu

Who love you

Quem te ama

Perguntas frequentes

Sobre o que é "I (Who Have Nothing)"?

«I (Who Have Nothing)» é uma balada dramática originalmente escrita em italiano como «Uno dei Tanti» por Carlo Donida e Giulio Rapetti (Mogol), depois adaptada para o inglês por Jerry Leiber e Mike Stoller. Ben E. King gravou sua célebre versão em 1963, entregando-a com uma intensidade orquestral arrebatadora que se tornou uma vitrine definidora de sua voz poderosa. A canção é cantada da perspectiva de um homem pobre que observa a mulher que ama sendo cortejada por um rival rico, capaz de cobri-la de diamantes e levá-la a lugares glamorosos, enquanto ele só pode observar de fora, com «o nariz pressionado contra a vidraça». Apesar de não ter nada material a oferecer, ele insiste que seu amor é mais profundo e verdadeiro do que qualquer coisa que o dinheiro possa comprar. A música se tornou um dos maiores sucessos de King e desde então foi regravada por diversos artistas, incluindo a famosa versão de Tom Jones, consolidando-se como um clássico da balada soul dramática.

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