Doesn’t Remind Me
2005en

Doesn’t Remind Me

Audioslave
Visualizações32.7K
Data24 maio 2005
ÁlbumChris Cornell
GravaçãoSunset Sound, Los Angeles, CA; Cello Studios - Los Angeles, CA; Akademie Mathematique of Philosophical Sound Research - Los Angeles, CA

Autores e produtores

Letra e tradução

[Verse 1]

[Estrofe 1]

I walk the streets of Japan 'til I get lost

Caminho pelas ruas do Japão até me perder

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

With a graveyard tan carrying a cross

Com um bronzeado de cemitério carregando uma cruz

Yeah, it doesn't remind me of anything

Sim, não me lembra de nada

I like studying faces in a parking lot

Gosto de estudar rostos num estacionamento

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

I like drivin' backwards in the fog

Gosto de dirigir de ré na neblina

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

[Chorus 1]

[Refrão 1]

The things that I've loved, things that I've lost

As coisas que amei, coisas que perdi

Things I've held sacred that I've dropped

Coisas que tive por sagradas e deixei cair

I won't lie no more you can bet

Não vou mentir mais, pode apostar

I don't wanna learn what I'll need to forget

Não quero aprender o que terei que esquecer

[Verse 2]

[Estrofe 2]

I like gypsy moths and radio talk

Gosto de mariposas ciganas e conversa de rádio

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

I like gospel music and canned applause

Gosto de música gospel e aplausos enlatados

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

I like colorful clothing in the sun

Gosto de roupas coloridas ao sol

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

I like hammering nails and speaking in tongues

Gosto de martelar pregos e falar em línguas

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

[Chorus 2]

[Refrão 2]

The things that I've loved, things that I've lost

As coisas que amei, coisas que perdi

Things I've held sacred that I've dropped

Coisas que tive por sagradas e deixei cair

I won't lie no more you can bet

Não vou mentir mais, pode apostar

Don't wanna learn what I'll need...

Não quero aprender o que terei que...

[Bridge]

[Ponte]

Bend and shape me; I love the way you are

Dobre-me e molde-me; eu amo o jeito que você é

Slow and sweetly like never before

Devagar e docemente como nunca antes

Calm and sleeping, we won't stir up the past

Calma e adormecida, não vamos remexer o passado

So discreetly we won't look back

Tão discretamente que não olharemos para trás

[Guitar Solo]

[Solo de guitarra]

[Chorus 2]

[Refrão 2]

The things that I've loved, things that I've lost

As coisas que amei, coisas que perdi

Things I've held sacred that I've dropped

Coisas que tive por sagradas e deixei cair

I won't lie no more you can bet

Não vou mentir mais, pode apostar

I don't wanna learn what I'll need

Não quero aprender o que terei que

[Outro]

[Outro]

I like throwing my voice and breaking guitars

Gosto de lançar minha voz e quebrar guitarras

'Cause it doesn't remind me of anything

Porque não me lembra de nada

I like playin' in the sand; what's mine is ours

Gosto de brincar na areia; o que é meu é nosso

If it doesn't remind me of anything

Se não me lembra de nada

Perguntas frequentes

Sobre o que é "Doesn’t Remind Me"?

«Doesn't Remind Me» é uma faixa do segundo álbum do Audioslave, Out of Exile (2005), escrita e cantada por Chris Cornell. A letra reúne uma série de imagens estranhas e desconexas — andar perdido pelas ruas do Japão, estudar rostos num estacionamento, dirigir de ré na neblina, música gospel com aplausos gravados — todas ligadas pelo refrão que insiste que nada disso «lembra qualquer coisa». A leitura mais comum é a de um retrato de alguém que busca deliberadamente sensações livres de memória ou associação, como forma de evitar reviver um passado doloroso; Cornell falou abertamente sobre seu histórico de vício e recuperação, e esse desejo por experiências sem resíduo emocional combina com esse contexto. A ponte muda de tom e se dirige com ternura a alguém («Dobre-me e molde-me; eu amo o jeito que você é»), sugerindo que um relacionamento presente serve de refúgio contra esse passado. Musicalmente, a canção se apoia num riff de guitarra cadenciado, quase surf rock, que contrasta com a letra inquieta.

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