People-Vultures
2016en

People-Vultures

King Gizzard & The Lizard Wizard
Visualizações17.3K
Data4 abril 2016

Letra e tradução

[Chorus]

[Refrão]

People-vultures, God approaches

Pessoas-abutre, Deus se aproxima

Final hearing

Audiência final

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

[Instrumental Interlude]

[Interlúdio instrumental]

(Yep!)

(Sim!)

Ooh!

Oh!

[Verse 1]

[Verso 1]

People-vultures waiting to begin

Pessoas-abutre esperando para começar

Deadly ulcers feeding on my skin

Úlceras mortais devorando minha pele

Ooh!

Oh!

[Verse 2]

[Verso 2]

People-vultures waiting at my stage

Pessoas-abutre esperando no meu palco

Wild dogs escaping from their cage

Cães selvagens escapando da jaula

Ooh!

Oh!

[Chorus]

[Refrão]

People-vultures, God approaches

Pessoas-abutre, Deus se aproxima

Final hearing

Audiência final

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

Ooh!

Oh!

Ooh!

Oh!

[Chorus]

[Refrão]

People-vultures, God approaches

Pessoas-abutre, Deus se aproxima

Final hearing, disappearing

Audiência final, desaparecendo

Tainted voodoo, headless guru

Vodu contaminado, guru sem cabeça

Final head-spin

Vertigem final

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

What else have I got left to spew down?

O que mais me resta cuspir?

[Verse 3]

[Verso 3]

People-vultures crowding at my door

Pessoas-abutre se amontoando na minha porta

Parasites are eating more and more

Parasitas comendo cada vez mais

Perguntas frequentes

Sobre o que é "People-Vultures"?

«People-Vultures» aparece em Murder of the Universe, o álbum conceitual de 2017 do King Gizzard & The Lizard Wizard, dividido em três narrativas interligadas. A faixa pertence à suíte final do álbum, «Han-Tyumi and the Murder of the Universe», que acompanha um ciborgue consciente chamado Han-Tyumi que anseia sentir sensações humanas como vomitar e, por fim, se autodestruir. A letra usa imagens grotescas e apocalípticas — abutres, úlceras, cães selvagens, um julgamento final diante de Deus — para retratar um ser consumido pela decadência e pelo nojo enquanto se aproxima de sua própria aniquilação. Musicalmente a canção é pesada e ameaçadora, com bateria pesada e riffs distorcidos que reforçam o tom sombrio da narrativa, próximo do body-horror. Todo o álbum foi narrado pela atriz de Melbourne Leah Senior, cujos interlúdios falados ligam as faixas, embora esta em particular seja uma seção cantada e não narrada. Reflete o fascínio contínuo da banda por álbuns conceituais de ficção científica e terror durante seu período prolífico em meados dos anos 2010.

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