God
John LennonAutores e produtores
- VocalsJohn Lennon
Letra e tradução
[Verse 1]
[Verso 1]
God is a concept
Deus é um conceito
By which we measure
Com o qual medimos
Our pain
Nossa dor
I'll say it again
Vou dizer de novo
God is a concept
Deus é um conceito
By which we measure
Com o qual medimos
Our pain, yeah
Nossa dor, sim
Pain, yeah
Dor, sim
[Verse 2]
[Verso 2]
I don't believe in magic
Eu não acredito em magia
I don't believe in I Ching
Eu não acredito em I Ching
I don't believe in Bible
Eu não acredito na Bíblia
I don't believe in Tarot
Eu não acredito em Tarô
I don't believe in Hitler
Eu não acredito em Hitler
I don't believe in Jesus
Eu não acredito em Jesus
I don't believe in Kennedy
Eu não acredito em Kennedy
I don't believe in Buddha
Eu não acredito em Buda
I don't believe in mantra
Eu não acredito em mantra
I don't believe in Gita
Eu não acredito no Gita
I don't believe in yoga
Eu não acredito em ioga
I don't believe in kings
Eu não acredito em reis
I don't believe in Elvis
Eu não acredito em Elvis
I don't believe in Zimmerman
Eu não acredito em Zimmerman
I don't believe in Beatles
Eu não acredito nos Beatles
I just believe in me
Eu só acredito em mim
Yoko and me
Yoko e eu
And that's reality
E essa é a realidade
[Verse 3]
[Verso 3]
The dream is over
O sonho acabou
What can I say?
O que posso dizer?
The dream is over
O sonho acabou
Yesterday
Ontem
I was the dream weaver
Eu era o tecelão de sonhos
But now I'm reborn
Mas agora renasci
I was the Walrus
Eu era a Morsa
But now I'm John
Mas agora sou John
And so, dear friends
Então, queridos amigos
You'll just have to carry on
Vocês terão que seguir em frente sozinhos
The dream is over
O sonho acabou
Perguntas frequentes
Sobre o que é "God"?
«God» encerra o álbum de John Lennon de 1970, Plastic Ono Band, gravado pouco depois de o músico passar pela terapia primal de Arthur Janov. Lennon começa definindo Deus como um conceito criado pelos humanos para lidar com a dor, e então enumera tudo em que já não acredita — magia, textos religiosos, ídolos políticos e culturais, e por fim os próprios Beatles — antes de declarar que acredita apenas em si mesmo e em Yoko Ono. A canção funciona como uma renúncia pública à sua antiga identidade, incluindo a persona psicodélica da 'Morsa' das músicas dos Beatles. Seu tom austero e confessional, junto com a famosa frase final 'o sonho acabou', foi amplamente interpretado como o anúncio formal de Lennon sobre o fim da era Beatles e do idealismo dos anos 60, poucos meses após a separação da banda. Musicalmente enxuta, construída sobre piano e a bateria de Ringo Starr, continua sendo uma das declarações solo mais diretas e citadas de Lennon.