Letra e tradução
[OCEAN, spoken]
[OCEAN, falado]
Well, this couldn't possibly get any stranger...
Bem, isso não poderia ficar mais estranho...
[KARNAK, spoken]
[KARNAK, falado]
I'm under the firm belief that it always can...
Tenho a firme convicção de que sempre pode...
[The curtain slowly rises spilling with smoke. JANE DOE is revealed. A haunting figure with blond dolly locks, white face, and black eyes. She clutches a headless doll.... JANE moves like a marionette with broken strings.]
[A cortina se ergue lentamente derramando fumaça. JANE DOE é revelada. Uma figura assombrosa com cachos loiros de boneca, rosto branco e olhos negros. Ela segura uma boneca sem cabeça... JANE se move como uma marionete de fios quebrados.]
[JANE DOE, spoken]
[JANE DOE, falado]
"Jane Doe" is what the coroner said
"Jane Doe" foi o que o legista disse
They found my body, not my head
Acharam meu corpo, não minha cabeça
No parents came, and so they never learned...
Nenhum pai apareceu, então nunca souberam...
My name, or who I used to be
Meu nome, ou quem eu costumava ser
My life, an unsolved mystery
Minha vida, um mistério sem solução
From ashes I was made
De cinzas fui feita
And ashes I return
E a cinzas eu retorno
And so I walk alone and wonder why?
E assim caminho sozinha e me pergunto por quê?
[JANE DOE]
[JANE DOE]
Why?
Por quê?
Why?
Por quê?
Why?
Por quê?
[CONSTANCE, spoken]
[CONSTANCE, falado]
I'm gonna stand a little farther away from you, okay?
Vou ficar um pouco mais longe de você, tá bom?
Perguntas frequentes
Sobre o que é "Jane Doe’s Entrance"?
Este é um trecho teatral falado, mais do que uma canção tradicional, encenado como a entrada dramática da personagem Jane Doe dentro do que parece ser uma produção musical ou teatral com personagens como Ocean, Karnak e Constance. A cena vem carregada de indicações de palco: uma cortina que se ergue em meio à fumaça revela uma figura fantasmagórica e semelhante a uma boneca, com cachos loiros, rosto embranquecido e olhos negros, segurando uma boneca sem cabeça e se movendo com os gestos entrecortados de uma marionete de fios quebrados. O breve monólogo de Jane Doe revela sua história trágica: foi encontrada morta e não identificada, sem a cabeça, e como nenhum parente apareceu, sua verdadeira identidade nunca foi recuperada. Suas falas giram em torno do anonimato, da perda e do mistério existencial, terminando na imagem de cinzas às cinzas e numa pergunta repetida e angustiante: "por quê?". A fala final de Constance traz um toque de humor sombrio, aliviando a tensão ao se afastar nervosamente. A peça funciona como exposição que apresenta a personagem dentro de uma obra narrativa maior.